Você já viu as manchetes dos noticiários de hoje? Se não viu, deve ter, pelo menos, uma vaga idéia dos assuntos abordados nelas: homicídios, estupros, corrupção política, desigualdade social, preconceito, vícios. Se viu, provavelmente, confirmará o que comentei acima.
Geralmente, nossa atitude diante destes tipos de notícias é ficar inconformado e pensar: "Meu Deus, como chegamos a este ponto? Como a situação atingiu esse patamar? Como as pessoas podem ser tão cruéis e insensíveis?"
A atitude seguinte, geralmente, é caracterizada pelo esquecimento imediato dos fatos recém-noticiados e retorno à normalidade, como se todos os absurdos noticiados fossem algo normal e aceitável.
E de certa forma, são. Nós nos acostumamos a encará-los assim.
Como podemos ser tão hipócritas? Como podemos ser tão acomodados a ponto de querer que Deus desça dos céus e resolva tudo por nós? Ter se doado para morrer por nós na cruz para perdoar pecados que NÓS cometemos não é o bastante? E ainda temos coragem de cobrar uma providência divina, quando nós, muitas vezes, não movemos um dedo para mudar o cenário.
O mundo não muda por si só. Nós somos o sal. Nós somos a luz. Nós devemos fazer a diferença. É nossa responsabilidade. É a partir de nós que tudo deve começar. Porque foi por nós que Ele fez o sacrifício maior.
"E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra."
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