Impressionante como a vida dá voltas e nos surpreende em certos momentos. E, quando falo surpreende, digo surpreende mesmo. Pare e pense por um momento. Há 1 ano atrás, você imaginava estar onde está hoje? Acho que não. É disso que estou falando. De como, em certos momentos, você pára e não sabe como tudo aconteceu tão de repente, como tomou proporções tão grandes, ou como se tornou tão insignificante.
A verdade é que tentamos manter o controle das nossas vidas, mas isso não acontece de fato. Tentamos tomar nossas próprias decisões, mas nossa vida sofre intervenções, porque nem sempre o que queremos é o melhor pra nós.
Mas... Na real? Que bom que nem tudo é como queremos. Nossa natureza humana nos faz egoístas e altamente excêntricos. E, sinceramente? Não é isso que quero pra mim. Podem me chamar de louco, se quiserem; mas ainda acredito que o amor é capaz de tudo. Se amássemos os outros do mesmo jeito que somos apaixonados por nós mesmos, não precisaríamos nos preocupar sobre onde estaremos daqui a 1, 2, 3, 10 anos. A certeza de estarmos seguros e sendo cuidados bastaria.
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Como eu vim parar aqui?
terça-feira, 9 de agosto de 2011
A partir de nós
Você já viu as manchetes dos noticiários de hoje? Se não viu, deve ter, pelo menos, uma vaga idéia dos assuntos abordados nelas: homicídios, estupros, corrupção política, desigualdade social, preconceito, vícios. Se viu, provavelmente, confirmará o que comentei acima.
Geralmente, nossa atitude diante destes tipos de notícias é ficar inconformado e pensar: "Meu Deus, como chegamos a este ponto? Como a situação atingiu esse patamar? Como as pessoas podem ser tão cruéis e insensíveis?"
A atitude seguinte, geralmente, é caracterizada pelo esquecimento imediato dos fatos recém-noticiados e retorno à normalidade, como se todos os absurdos noticiados fossem algo normal e aceitável.
E de certa forma, são. Nós nos acostumamos a encará-los assim.
Como podemos ser tão hipócritas? Como podemos ser tão acomodados a ponto de querer que Deus desça dos céus e resolva tudo por nós? Ter se doado para morrer por nós na cruz para perdoar pecados que NÓS cometemos não é o bastante? E ainda temos coragem de cobrar uma providência divina, quando nós, muitas vezes, não movemos um dedo para mudar o cenário.
O mundo não muda por si só. Nós somos o sal. Nós somos a luz. Nós devemos fazer a diferença. É nossa responsabilidade. É a partir de nós que tudo deve começar. Porque foi por nós que Ele fez o sacrifício maior.
"E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra."
Geralmente, nossa atitude diante destes tipos de notícias é ficar inconformado e pensar: "Meu Deus, como chegamos a este ponto? Como a situação atingiu esse patamar? Como as pessoas podem ser tão cruéis e insensíveis?"
A atitude seguinte, geralmente, é caracterizada pelo esquecimento imediato dos fatos recém-noticiados e retorno à normalidade, como se todos os absurdos noticiados fossem algo normal e aceitável.
E de certa forma, são. Nós nos acostumamos a encará-los assim.
Como podemos ser tão hipócritas? Como podemos ser tão acomodados a ponto de querer que Deus desça dos céus e resolva tudo por nós? Ter se doado para morrer por nós na cruz para perdoar pecados que NÓS cometemos não é o bastante? E ainda temos coragem de cobrar uma providência divina, quando nós, muitas vezes, não movemos um dedo para mudar o cenário.
O mundo não muda por si só. Nós somos o sal. Nós somos a luz. Nós devemos fazer a diferença. É nossa responsabilidade. É a partir de nós que tudo deve começar. Porque foi por nós que Ele fez o sacrifício maior.
"E se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face e se converter dos seus maus caminhos, então eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra."
sexta-feira, 25 de março de 2011
A vida é uma escola. E a escola é toda uma vida!
Definitivamente, caro leitor, a vida escolar/acadêmica é algo engraçado. Muito engraçado.
Mal aprendemos a expressar nossas vontades, já somos inseridos num mundo novo, com uma rotina completamente diferente da qual temos conhecido desde o nascimento: bem-vindo à escola!
A partir daí, já começamos a aprender que pai e mãe não são pra sempre (infelizmente!). Você é obrigado a separar-se daqueles que você mais ama, os únicos nos quais confia em todo o mundo. Diariamente.
Daí em diante, alguma moça estranha que, provavelmente, você nunca viu na vida passará a ser sua “tia”; e algumas crianças serão seus “coleguinhas” a partir de agora. Você cresce, aprende que seus pais sempre irão lhe buscar no fim do dia e, que, dentro de alguns anos, eles nem sequer levarão mais você à escola.
Depois de ter sido alfabetizado e passar mais 11 ou 12 anos indo à escola, e, nesse meio tempo, ter passado por várias experiências memoráveis e outras que você deseja esquecer, chega a hora de escolher uma profissão. Parte difícil essa. Nem todo jovem de 16 ou 17 anos tem certeza do que quer fazer na vida. Eu tenho 20 e ainda tenho minhas dúvidas. Mas, enfim, depois de alguns meses de pressão por conta do vestibular, você é aprovado (assim espera-se) e ingressa na universidade.
Esqueça tudo o que você aprendeu até então. Seu jeito de pensar, falar, se comportar, e até mesmo alguns dos valores que seus pais lhe ensinaram serão esquecidos. É impressionante como a universidade, muitas vezes, serve como algum tipo de tratamento psicológico. E as conseqüências, muitas vezes, irão acompanhar você até o túmulo.
Mas voltemos a falar do verdadeiro motivo pelo qual você prestou vestibular e ingressou na universidade: assistir às aulas, absorver o máximo de conhecimento que puder e tornar-se um profissional respeitado e reconhecido.
Estudo numa universidade pública federal (UFAL), cursando Administração.
Em primeiro lugar, não me arrependo de ter escolhido o curso. Identifiquei-me bastante com o mesmo. O mercado é amplo e as várias possibilidades de escolha de áreas para atuar me atraem (aqui, leia-se: tô perdido e não sei o que vou fazer da minha vida).
Mas, vamos às vias de fato: vida de estudante universitário não é fácil. E não melhora quando a faculdade fica a 16km do centro da cidade. É tão longe que a localidade, há alguns anos atrás, era chamada de Cidade Universitária (pena que eles não conseguiram a emancipação). Sendo longe a universidade, resta-nos, então, usar algum tipo de transporte para nos deslocarmos todos os dias até o santuário da sabedoria. No meu caso, o veículo utilizado é o GOLF. Não o carro charmoso, com design simples, mas atraente, da Volkswagen. GOLF, aqui, é uma abreviação para Grande Ônibus Lotado e Fedido. Todos os dias, você sai de casa (ou do trabalho), pega seu GOLF e vai pra universidade. O calor humano e a proximidade entre todos dentro do veículo seria aconchegante se não fosse desesperador. Na melhor das hipóteses, você conseguirá um assento. Se não, vai em pé mesmo, compartilhando com todos os outros passageiros, o “aroma singular que provém da luta dos guerreiros nossos de cada dia”. Traduzindo: inhaca de suor e chulé. De todos aqueles que estão voltando para suas casas depois de mais um dia estressante de trabalho. Eles não têm culpa, coitados. Se pudessem, estariam voltando pra casa num Golf. Da Volkswagen, no caso.
A situação piora quando começam a subir outros estudantes universitários bastante perfumados (bastante mesmo!). Aí, misturam-se os aromas dos aspirantes a príncipes com o dos plebeus. O resultado não é muito legal.
Então, depois de fazer algumas aulas de malabarismo (e contorcionismo) tentando se manter de pé e segurar todo o seu material, enquanto o motorista parece estar levando animais para o abate, você chega à universidade.
Você entra na sala, se acomoda e solta um “Ufa! Cheguei!”.
É, meus amigos, esse sofrimento todo apenas para CHEGAR na universidade para assistir às aulas. E ainda dizem que universitário é vagabundo.
O restante da saga depende bastante do professor que ministrará a aula do dia. Particularmente, tive (e tenho, ainda) muitos professores inteligentíssimos, antenados com o mercado e muito competentes. Em contrapartida, algumas múmias ainda perambulam pelos corredores da universidade, querendo que o ensino volte ao tempo da palmatória, porque “já não se fazem mais estudantes como antigamente”. T'aí a prova de que eles realmente nasceram há muito tempo atrás (INSS neles! Se aposenta, Ramsés XVI!). Não estou, de forma alguma descreditando a experiência deles. Aliás, eles merecem todo reconhecimento pelo simples fato de serem professores, seguindo uma das carreiras mais nobres, importantes e, infelizmente, desvalorizadas (ao menos no Brasil). Mas acredito que o profissional que você vai ser depende muito mais da sua personalidade, do seu conhecimento e das suas habilidades do que da atenção que você dedica às aulas de certas disciplinas.
Então você passa anos e anos indo à universidade todos os dias num GOLF, assistindo aulas monótonas e insuportáveis de alguns netos de Aristóteles e ainda tem gente que diz que você não faz nada da vida. Pode?
Como dizia meu avô, a grama do vizinho sempre parece mais verde. Mas a vida é mesmo difícil pra quem quer chegar em algum lugar e poder, um dia, desfrutar do merecido descanso.
Espero, sinceramente, que você, estudante universitário (e, você, profissional graduado, também) que passou ou passa por esse caminho espinhoso, tenha ao final, ao menos, a certeza de que escolheu o caminho certo. Se este não for o seu caso, não se desespere nem desanime. Encare seu “erro” como aprendizado e siga em frente. Outros caminhos esperam por você.
Até breve.
quarta-feira, 16 de março de 2011
Os brasileiros e o BBB
Parece que foi ontem, mas já se passaram dez anos desde a primeira edição do BBB. O reality show mais famoso da TV brasileira, que está com a 11ª edição no ar, é sucesso de audiência no país.
O perfil dos participantes é, basicamente, o mesmo há algum tempo. Os fortões, viciados em malhação e que vivem circulando de sunga pela casa para mostrar as tatuagens psicodélico-tribais e as formas definidas; as mulheres que parecem ter saído de algum tipo de mundo surreal, tão lindas e sensuais que nem parecem de verdade; os(as) feios(as), pra contrastar com os “colírios” da casa; e, de algumas edições pra cá, eles resolveram incluir homossexuais pra deixar os ânimos mais ouriçados na casa. Pronto. Está formada a arena e soltos os leões.
Até aí, ninguém acha graça. Espera só até acontecer o primeiro barraco. Ahh.. Aí, sim! Os telespectadores vibram. Torcem pra que a fulaninha dê uma bofetada na cara da gostosona porque ela disse que o biquíni não ficou legal na gordinha. Esperam ansiosamente pra que a cicraninha que lavou os pratos dê um show porque o saradão tomou água e deixou o copo na pia. Ficam na expectativa pra que o amiguinho da menina que foi pro paredão dê uns gritos no amigo que disse que não ia indicá-la. É futilidade demais pra um programa só.
Tem gente que PAGA pra poder assistir o dia inteiro (isso mesmo: 24 horas) e em tempo real o que se passa na casa, ou para ter acesso às câmeras exclusivas. Parece até que não pode esperar que a produção do programa selecione qual foi o barraco da noite e exiba-o no dia seguinte. Eu, hein.. Se fosse pra ter acesso a documentários exclusivos do Animal Planet ou do Discovery Channel, duvido que quisesse desembolsar um centavo que fosse.
E pior do que os que pagam pra ver (literalmente), são os que almejam, um dia, poder entrar na “casa mais espiada do Brasil” (porque não vai “espiar” o que o governo anda fazendo com o teu dinheiro enquanto você está com o traseiro no sofá assistindo o BBB?). Não tenho nada contra quem sonha com isso. Cada um tem seus objetivos de vida e luta pra conseguir realizá-los; mas participar de uma edição do BBB, com certeza, não está nos meus planos. Porque? Simplesmente não acho que alguém deva ser reconhecido porque participou do BBB. Seres humanos têm talentos suficientes pra serem reconhecidos de outras formas, por outras habilidades.
Então, a não ser que você queira analisar o comportamento do ser humano nas condições em que eles são submetidos à convivência no BBB com finalidades científicas, sugiro que encontre outras formas de gastar seu tempo. Existem tantas outras coisas boas para fazer: leia um livro, vá ao cinema, leve seu filho ao parque, compre algo para você, delicie-se com uma boa comida, durma. Faça qualquer coisa que lhe seja ÚTIL. Não seja mais um alienado que se dedica a acompanhar religiosamente, para não deixar passar nenhum detalhe, a saga dos belos coloridos na casinha da árvore do Pedro Bial. Mas, se você é um dos que realmente gosta de assistir o BBB, por favor, não fique chateado. Estou apenas expondo minha opinião sobre o assunto e aproveito para dar-lhe meus parabéns. Seu estômago é de ferro!
segunda-feira, 14 de março de 2011
Mulher maravilha e super-man no tchubirabiron. Vou não!
Se você é brasileiro (principalmente nordestino), provavelmente já ouviu alguns dos maiores sucessos da atualidade. Os hits mais tocados no momento que fazem a galera “balançar”.
Na minha época, a mulher maravilha não fugia do super-man. Ela não tinha medo de enfrentar qualquer perigo eminente. E, com certeza, não gostaria de ser banalizada numa composição (se é que se pode chamar de composição) ridícula e sem sentido. Mas parece mesmo que os tempos mudaram, né?
Foragida a mulher maravilha, aparecem então as “duas nêga” de Reginho e DJ Sandro, que não fuma e nem bebe porque a mulher não deixa. Moça ajuizada.
Como se isso já não bastasse, chega o “sertanejo” Luan Santana com o seu meteoro da paixão, devastando os corações das menininhas ingênuas que acabaram de descobrir o amor; e, por fim, Léo Santana (sobrenomes iguais, será coincidência?) com seu “rebolation” pedindo pra galera segurar a cabeça: tchubirabiron.
¬¬
Não dá. Sinceramente, não dá. E olha que já teve coisa pior, a exemplo de um vizinho querendo comer o coelhinho da gostosona que mora ao lado. É. E tende a piorar.
Nossos novos Chicos, Tons, Toquinhos, Nelsons, Elises (que já são poucos), e os velhos também, estão perdendo espaço para ritmos mais “populares”. E não é por incompetência deles, tenha certeza. As letras bizarras com melodias dançantes fazem sucesso. E muito. Mas seus intérpretes são artistas do entretenimento, não da música. É diferente. E, como o nosso povo é fácil de enganar, já viu, né?
Ninguém mais quer “voar, voar.. subir, subir..” como o Byafra. A maioria está mais interessada em descer até o chão, chão, chão.
sexta-feira, 11 de março de 2011
Pau que entorta fica difícil de endireitar
Fico impressionado em ver como as coisas hoje são diferentes de como eram no tempo dos nossos pais e avós. Ganhamos mais recursos e ferramentas para facilitar nosso dia-a-dia, porém, perdemos (e muito!) no que diz respeito a relações afetivas.
Falar de relações afetivas é algo que toma muito tempo e requer muito espaço. Inclui família, amigos e outras coisas. Por isso, hoje, vou me deter apenas às relações afetivas a dois: paquera, flerte, namoro, casamento, ou qualquer outro nome que você tenha em mente para coisas desse tipo.
Hoje faço 47 dias de namoro e fico feliz em saber que ele não foi fruto de uma relação casual do tipo que o cara chega pra menina e fala (ou vice-versa): "E aí, tá a fim de ficar?". E, muitas vezes, sem ao menos se conhecer direito, os dois trocam "carícias", bactérias e células mortas, sem trocar experiências, sonhos, desejos.
Pasmem vocês, mas meu bisavô (pai da minha avó) perguntou pro rapaz que, mais tarde, seria meu avô quais eram as intenções dele com a sua filha só porque viu os dois conversando na esquina. Imaginem o que ele faria se visse um Zé Mané dando uns "amassos" na filha dele sem ter qualquer tipo de compromisso com ela. O coitado do Zé Mané ia morrer na ponta da faca!
Radical? Muito. Mas não tiro a razão dele em perder o controle. Você, garanhão descolado, que pega todas as meninas da escola, faculdade ou seja lá onde você as encontra. Você deixaria que fizessem com sua filha o mesmo que você faz com elas? Pois é. Acho que não. Você as beija, aperta, pega, mas não se apega. Você não entende o quão íntimas são essas coisas porque você não tem relacionamentos profundos. Um beijo é muito melhor quando você conhece a garota que está beijando e quando você partilha sua vida com ela.
Acorda, cara! Essas meninas não vão querer casar com você! Você não dá a elas a segurança que elas precisam, nem demonstra a fidelidade que elas querem. Você pode até não pensar nisso agora, mas, provavelmente, daqui a alguns anos, quando estiver mais velho, vai sentir falta de um sapato velho pro seu pé descalço.
Meninas, valorizem-se mais! Não saiam beijando qualquer um por aí só porque você está a anos sem alguém ou porque seu namorado (ou ficante!) te deixou enfurecida. Você vai se sentir mal depois. Esteja certa disso. Vocês são muito mais emotivas que nós; sofrem mais. Nós, homens, é que precisamos de vocês! Não se relacione ou mantenha um relacionamento com alguém apenas por conveniência, ou por estarem "acostumados" a estarem juntos, ou mesmo porque acham que o parceiro é um "bom partido" e que vai garantir um futuro estável pra você. Vocês mandam! Essa é a verdade! Podem escolher. E escolham os melhores, por favor!
Se você acha que o que eu estou falando é balela, besteira, alucinações de um babaca que não sabe o que a vida tem de melhor, dá uma passada no http://www.ibge.gov.br/. Dá uma olhada nos dados sobre divórcio e separação judicial no Brasil, ou nos dados sobre a idade média das mães do Brasil, ou no percentual de mães solteiras. Tenho dó das crianças que nascem dessas relações sem um mínimo de solidez. Algumas não conhecerão o pai e, por intermédio da mãe, poderão desenvolver um ódio terrível por alguém que nem sequer sabem quem é. Muitas serão criadas por mães e/ou pais imaturos, que não saberão transmitir valores morais e éticos para seus filhos. Pense nisso!
A vida é sua, a boca é sua, o corpo é seu. Você faz o que quiser com eles. Não estou obrigando ninguém a concordar comigo. Apenas expresso meu ponto de vista, que, infelizmente, é compartilhado por poucos. A vida é muito curta e não volta. Procure fazer coisas das quais você não vai se arrepender. Até mais.
Falar de relações afetivas é algo que toma muito tempo e requer muito espaço. Inclui família, amigos e outras coisas. Por isso, hoje, vou me deter apenas às relações afetivas a dois: paquera, flerte, namoro, casamento, ou qualquer outro nome que você tenha em mente para coisas desse tipo.
Hoje faço 47 dias de namoro e fico feliz em saber que ele não foi fruto de uma relação casual do tipo que o cara chega pra menina e fala (ou vice-versa): "E aí, tá a fim de ficar?". E, muitas vezes, sem ao menos se conhecer direito, os dois trocam "carícias", bactérias e células mortas, sem trocar experiências, sonhos, desejos.
Pasmem vocês, mas meu bisavô (pai da minha avó) perguntou pro rapaz que, mais tarde, seria meu avô quais eram as intenções dele com a sua filha só porque viu os dois conversando na esquina. Imaginem o que ele faria se visse um Zé Mané dando uns "amassos" na filha dele sem ter qualquer tipo de compromisso com ela. O coitado do Zé Mané ia morrer na ponta da faca!
Radical? Muito. Mas não tiro a razão dele em perder o controle. Você, garanhão descolado, que pega todas as meninas da escola, faculdade ou seja lá onde você as encontra. Você deixaria que fizessem com sua filha o mesmo que você faz com elas? Pois é. Acho que não. Você as beija, aperta, pega, mas não se apega. Você não entende o quão íntimas são essas coisas porque você não tem relacionamentos profundos. Um beijo é muito melhor quando você conhece a garota que está beijando e quando você partilha sua vida com ela.
Acorda, cara! Essas meninas não vão querer casar com você! Você não dá a elas a segurança que elas precisam, nem demonstra a fidelidade que elas querem. Você pode até não pensar nisso agora, mas, provavelmente, daqui a alguns anos, quando estiver mais velho, vai sentir falta de um sapato velho pro seu pé descalço.
Meninas, valorizem-se mais! Não saiam beijando qualquer um por aí só porque você está a anos sem alguém ou porque seu namorado (ou ficante!) te deixou enfurecida. Você vai se sentir mal depois. Esteja certa disso. Vocês são muito mais emotivas que nós; sofrem mais. Nós, homens, é que precisamos de vocês! Não se relacione ou mantenha um relacionamento com alguém apenas por conveniência, ou por estarem "acostumados" a estarem juntos, ou mesmo porque acham que o parceiro é um "bom partido" e que vai garantir um futuro estável pra você. Vocês mandam! Essa é a verdade! Podem escolher. E escolham os melhores, por favor!
Se você acha que o que eu estou falando é balela, besteira, alucinações de um babaca que não sabe o que a vida tem de melhor, dá uma passada no http://www.ibge.gov.br/. Dá uma olhada nos dados sobre divórcio e separação judicial no Brasil, ou nos dados sobre a idade média das mães do Brasil, ou no percentual de mães solteiras. Tenho dó das crianças que nascem dessas relações sem um mínimo de solidez. Algumas não conhecerão o pai e, por intermédio da mãe, poderão desenvolver um ódio terrível por alguém que nem sequer sabem quem é. Muitas serão criadas por mães e/ou pais imaturos, que não saberão transmitir valores morais e éticos para seus filhos. Pense nisso!
A vida é sua, a boca é sua, o corpo é seu. Você faz o que quiser com eles. Não estou obrigando ninguém a concordar comigo. Apenas expresso meu ponto de vista, que, infelizmente, é compartilhado por poucos. A vida é muito curta e não volta. Procure fazer coisas das quais você não vai se arrepender. Até mais.
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